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quarta-feira, outubro 1
quinta-feira, agosto 28
Cem&Sem
Minha casa tem encantos, mas bem que podia ser sem cantos. E sem notícias desastrosas na TV, sem desencontros, sem doenças, sem desordem, sem contratempos. Com cem janelas, cem entradas, cem amigos de jornada. Cem passarinhos cantando em muito mais de cem madrugadas. Na chegada, cem carinhos, cem abraços, cem beijinhos. Cem lambidas, cem miados. Dos amores, por mais de cem, multiplicados. Cem flores a enfeitar, cem árvores a plantar. Cem docinhos sem açúcar, cem lembranças boas pra guardar, cem frutas do lugar, cem delícias a desfrutar, sem tristeza e sem pesar. Cem bênçãos para agradecer as mais de cem dádivas, sempre a receber. Cem virtudes, cem tesouros, cem vontades, e o coração sempre sem maldade. Cem aconchegos, cem afagos, cem brinquedos, e uma caminhada livre e sem medos. Cem dons a realizar, mas sem o dom de se fechar. Minha casa é cem. Vezes cem, vezes cem, vezes cem...
sábado, junho 21
quarta-feira, junho 11
100 dias
Esse texto começo a ser escrito na segunda-feira, mas a correria me impediu de terminá-lo e publicá-lo
O tempo realmente passa muito rápido. Imaginem que hoje completo 100 dias de casada. Ontem fizemos mais um daqueles almoços de família. Uma feijoada pra lá de deliciosa feita, claro, pelo maridão. Exagerado como ele só cozinhou um quilo de feijão! Só pra mim e ele. Aí chamei meu irmão e a família para dar conta de tanta comida. Hehehehe
Adoro ter a casa cheia, parece que fica mais viva. Acho que ainda é reflexo do costume. Sempre morei numa casa pra lá de movimentada. E gosto do som das vozes da gente amada.
Novidades.
Pendente - Antes do casamento compramos para a sala de jantar um lustre “pendente”. Nada muito chique, queríamos apenas ter uma coisa diferente. O problema é que a entrada para o lustre não fica no meio da mesa e tivemos que puxar o fio, que era curto. Depois de três meses Doni resolveu ajeitá-lo, pelo menos ele acha que fez isso... Pegamos uma briga porque eu achei aquilo simplesmente horrível. Vou colocar uma foto e abrir uma enquete para saber a opinião de vocês.
Cama – Já estou estressada com a entrega da cama. Juro que eu não confio mais nas lojas da Rua do Aragão! Fizemos a compra no dia 27/04 e nos deram o prazo de 30 dias úteis. Argumentaram que viria do Rio Grande do Sul e que o prazo já era grande pra não enganar o cliente, mas que chegava até antes. Liguei semana passada e me dizeram que a carreta chegaria na quarta-feira e que no mais tardar na quinta ligariam para marcar a entrega. Não tive notícias. Liguei na sexta e então a informação era que chegava no sábado e hoje ligavam. Nada... Só que os 30 dias úteis já acabaram e eu vou ligar bem “boazinha”.
Porta – Compramos uma porta linda para a entrada do AP. Nunca imaginei que um dia iria escrever toda empolgada por causa de uma.. porta! Ela é do jeito que queríamos, de madeira, cheia de detalhes. Não compramos a fechadura tradicional. Gastamos mais, mas levamos um puxador de alumínio lindo, assim a porta só será furada no local da fechadura (pequena) e do olho mágico. Estou doida pra ver o trabalho pronto.
Casamento – No último sábado foi o casório de duas pessoas muito queridas. Gilmara e Pollyanna. Não consegui prestigiar as duas, o que lamento muito. Mas estive no casamento de Polly e, depois, com mais tempo falo os detalhes.
O tempo realmente passa muito rápido. Imaginem que hoje completo 100 dias de casada. Ontem fizemos mais um daqueles almoços de família. Uma feijoada pra lá de deliciosa feita, claro, pelo maridão. Exagerado como ele só cozinhou um quilo de feijão! Só pra mim e ele. Aí chamei meu irmão e a família para dar conta de tanta comida. Hehehehe
Adoro ter a casa cheia, parece que fica mais viva. Acho que ainda é reflexo do costume. Sempre morei numa casa pra lá de movimentada. E gosto do som das vozes da gente amada.
Novidades.
Pendente - Antes do casamento compramos para a sala de jantar um lustre “pendente”. Nada muito chique, queríamos apenas ter uma coisa diferente. O problema é que a entrada para o lustre não fica no meio da mesa e tivemos que puxar o fio, que era curto. Depois de três meses Doni resolveu ajeitá-lo, pelo menos ele acha que fez isso... Pegamos uma briga porque eu achei aquilo simplesmente horrível. Vou colocar uma foto e abrir uma enquete para saber a opinião de vocês.
Cama – Já estou estressada com a entrega da cama. Juro que eu não confio mais nas lojas da Rua do Aragão! Fizemos a compra no dia 27/04 e nos deram o prazo de 30 dias úteis. Argumentaram que viria do Rio Grande do Sul e que o prazo já era grande pra não enganar o cliente, mas que chegava até antes. Liguei semana passada e me dizeram que a carreta chegaria na quarta-feira e que no mais tardar na quinta ligariam para marcar a entrega. Não tive notícias. Liguei na sexta e então a informação era que chegava no sábado e hoje ligavam. Nada... Só que os 30 dias úteis já acabaram e eu vou ligar bem “boazinha”.
Porta – Compramos uma porta linda para a entrada do AP. Nunca imaginei que um dia iria escrever toda empolgada por causa de uma.. porta! Ela é do jeito que queríamos, de madeira, cheia de detalhes. Não compramos a fechadura tradicional. Gastamos mais, mas levamos um puxador de alumínio lindo, assim a porta só será furada no local da fechadura (pequena) e do olho mágico. Estou doida pra ver o trabalho pronto.
Casamento – No último sábado foi o casório de duas pessoas muito queridas. Gilmara e Pollyanna. Não consegui prestigiar as duas, o que lamento muito. Mas estive no casamento de Polly e, depois, com mais tempo falo os detalhes.
sábado, maio 31
Cor de Rosa
O negócio do meu marido agora é dizer que pareço uma criança. Diz que quando estou na frente dos meus pais viro criança. Disse que ele confude felicidade com ser criança. E aí me peguei a pensar no quanto as mulheres são guerreiras, o quanto dão duro e não perdem a feminilidade, a delicadeza e até mesmo a inocência.
Apesar de muita (muita gente mesmo) achar que sou chata, durona, eu não passo de uma menina, que a cada dia assume mais responsabilidades, mais compromissos, que a cada dia amadurece um pouco e se redescobre.
E é assim, o MEU Mundo é cor de rosa... Vestidos da mesma cor... Gloss... Cheiro de rosas...Tudo rosa. O amor verdadeiro, o sorriso alegre, a espontaneidade e leveza de uma menina que adora crescer, mas jamais deixar de ser criança. Ser cor de rosa é ter o espírito dos pássaros em liberdade, voando pelos ares e conhecendo o céu como ninguém. Expandir-se... Superar-se... Não temer.
Existe uma lenda que diz que sobre um campo de batalha, onde caíam os mortos valentes guerreiros e heróis, nasciam roseiras com flores na cor rosa, e estas cresciam bravas e corajosas. Não tinham medo do forte vento que podia decepá-las, da chuva torrencial que jogava suas pétalas ao chão, nem da geada que jamais congelava sua cor. A rosa era o símbolo do amor e do dom do amor. Assim, acredito ser a mulher. Guerreira, que nunca se abate. Sabe que a disputa será cruel, mas que, com paciência, sabedoria, solidariedade, emoções leves condizentes à sua própria natureza, pode obter forças capazes de vencer seu íntimo inquieto, tão feminino, pela busca da liberdade e paz.
Apesar de muita (muita gente mesmo) achar que sou chata, durona, eu não passo de uma menina, que a cada dia assume mais responsabilidades, mais compromissos, que a cada dia amadurece um pouco e se redescobre.
E é assim, o MEU Mundo é cor de rosa... Vestidos da mesma cor... Gloss... Cheiro de rosas...Tudo rosa. O amor verdadeiro, o sorriso alegre, a espontaneidade e leveza de uma menina que adora crescer, mas jamais deixar de ser criança. Ser cor de rosa é ter o espírito dos pássaros em liberdade, voando pelos ares e conhecendo o céu como ninguém. Expandir-se... Superar-se... Não temer.
Existe uma lenda que diz que sobre um campo de batalha, onde caíam os mortos valentes guerreiros e heróis, nasciam roseiras com flores na cor rosa, e estas cresciam bravas e corajosas. Não tinham medo do forte vento que podia decepá-las, da chuva torrencial que jogava suas pétalas ao chão, nem da geada que jamais congelava sua cor. A rosa era o símbolo do amor e do dom do amor. Assim, acredito ser a mulher. Guerreira, que nunca se abate. Sabe que a disputa será cruel, mas que, com paciência, sabedoria, solidariedade, emoções leves condizentes à sua própria natureza, pode obter forças capazes de vencer seu íntimo inquieto, tão feminino, pela busca da liberdade e paz.
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